Segurança no transporte de alimentos e bebidas

Como embarcadores garantem a segurança no transporte de alimentos e bebidas?

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No transporte de alimentos e bebidas, o cuidado com a carga é essencial para o trabalho, afinal estamos falando de produtos que são consumidos diretamente por nós e o manuseio incorreto pode afetar a qualidade do que chega a nossa mesa.

É por esta necessidade de um cuidado maior que, normalmente, equipes dedicadas ao trabalho de distribuição passam por treinamentos específicos, tanto para se assegurar da integridade dos produtos quanto para se preservar fisicamente. Mas você já parou para pensar quais são as medidas tomadas para garantir a segurança dos colaboradores durante o processo de distribuição de alimentos e bebidas?

Entre os grandes embarcadores, a preocupação em fiscalizar se há uma conduta de direção defensiva entre os transportadores já está ganhando cada vez mais força dentro da cultura corporativa. No entanto, a segurança deve ter a mesma prioridade dentro de empresas menores. Afinal, estamos falando de vidas, independentemente se a gestão de frotas engloba 100 ou 5 mil veículos.

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Como prevenir acidentes na frota

Mas, como saber que os motoristas da sua frota não estão colocando em risco a própria vida e a vida de terceiros que percorrem as estradas? E no caso da existência de ocorrências, como os gestores de frota conseguirão obter dados precisos em relação a esses eventos para poder tomar as medidas apropriadas diretamente com os motoristas que estão causando problemas para a frota?

Grandes empresas – e empresas menores que estão seguindo o exemplo – do segmento de bebidas e alimentos estão adotando algumas medidas para garantir a segurança no transporte. Uma delas é adoção de tecnologias embarcadas para monitoramento do comportamento de seus condutores.

Para cumprir o objetivo de garantir a segurança do colaborador, a solução que está mostrando eficácia neste tipo de operação é o sensor de fadiga e distrações, que emite alertas ao motorista e à central toda vez que detecta algumas condutas que podem trazer risco para o percurso.

As mais comuns são fadiga, uso de cigarro, uso do celular, troca de faixa e risco de colisão. A tecnologia é composta por uma inteligência artificial que evolui constantemente e que se torna mais autônoma a cada atualização.

Quando utilizada em conjunto com câmeras de videomonitoramento e a telemetria, o gestor de frotas ainda consegue obter imagens em tempo real dos acontecimentos no veículo para poder confrontar evidências visuais com os indicadores e ocorrências apontados ao longo da viagem.

Com os dados gerados por essas tecnologias combinadas é possível consolidar informações valiosas para a gestão de frotas. As informações resultarão no aumento da segurança dos motoristas e, consequentemente, irão gerar economia para a empresa como um todo.

Por que devemos nos preocupar?

De acordo com dados do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), nos últimos cinco anos, no Brasil, testemunhamos uma morte no trânsito a cada 12 minutos. O dado referente a esse tipo de acidente demonstra uma frequência maior do que a quantidade de mortes causadas por arma de fogo no País. E como se esse quadro não fosse preocupante o suficiente, o Brasil ainda o ocupa o terceiro lugar no ranking mundial de mortes no trânsito.

Os números do ONSV ainda mostram que somente em 2016 – ano do último levantamento – o custo com acidentes de trânsito no Brasil foi de R$ 52 bi. Por meio da pesquisa, foram constatadas mais 37 mil mortes causadas por esse de tipo de acidente.

O Laboratório de Psicofísica e Percepção da Universidade de São Paulo aponta que 98% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana, sendo que 72% acontecem por falta de atenção total na via.

E a distração acontece de várias formas: desde a mais leve, enquanto o motorista troca uma estação de rádio, por exemplo, até a mais perigosa, quando ele volta toda a sua atenção para uma mensagem no celular. Esses comportamentos podem fazer com que o motorista desvie a atenção da estrada por até três segundos (em alguns casos, até mais).

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